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Noticias

>Dando uma de Rica e Fina na Espanha

>Bicha Má! Querendo passar inveja para as colegas pobres do Brasil.


>Edmundo sobre Alexandre Mortagua: “Se ele é gay, problema é dele”

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Edmundo foi assistir à primeira noite do desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro e não escapou das perguntas sobre o filho Alexandre, de 16 anos, de seu relacionamento com Cristina Mortagua. Ele afirma que tentou se aproximar do garoto, mas não conseguiu.

“Meu filho ficou oito anos morando no Japão. Sempre que ele voltava ao Brasil não conseguia abertura para me aproximar, a mãe dele inventava viagens. Por diversas vezes tentei pegá-lo para criar, mas não consegui realizar essa vontade”, afirmou.

O ex-jogador também comentou a sexualidade de Alexandre. “Se ele é gay, problema é dele, não tenho nada a ver com sua opção sexual. O que ele precisar de mim, estou aí pra ajuda-lo”.

Fonte: Quem


>Fez Pipi no PlimPlim

>Homem mijando no carro da Globo no Carnaval


>Eiléser diz que bota a mão no fogo por Rodrigão: ‘Ele não é gay’

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Depois de desfilar todo de dourado pela Unidos do Peruche, em São Paulo – mesma escola para a qual desfilou Cacau, sua ex-namorada, desfilou -, Eliéser seguiu para um camarote no Anhembi. Lá, ele falou sobre sua amizade com Rodrigão, atual participante do “Big brother Brasil”.

“Rodrigão não é gay. Boto minha mão no fogo. O cara é meu amigo, conheço bem a ex-namorada dele também. Quando eu estava no ‘BBB’, também diziam que eu era gay”, disse Eliéser. “Acho que o Rodrigão chega na final, porque está jogando muito bem e é um cara bonito”.

Solteiro desde que terminou o namoro com Cacau, o ex-BBB contou que arrasta uma asa para a também ex-BBB Adriana. “Pegaria”, admitiu.

Fonte: Globo


>Amor e Ódio aos Gays

>Capa da Época


>Gays versus Evangélicos em Brasília

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BRASÍLIA – Eternos adversários no Congresso, os defensores dos direitos da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) e a bancada evangélica se preparam para duros embates com a chegada de Jean Wyllys (PSOL) e a volta da ex-deputada e agora senadora Marta Suplicy (PT-SP). No último dia 24, Jean foi à tribuna da Câmara, apresentou-se como primeiro deputado representante legítimo da comunidade e avisou que coletará assinaturas para a proposta de emenda constitucional (PEC) que garante o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

No contra-ataque, a frente parlamentar evangélica fez sua primeira reunião na quinta-feira (3), quando traçou a estratégia de ação conjunta dos 75 parlamentares que compõem o colegiado (72 deputados e três senadores). Em relação à última legislatura, quando foram eleitos 36 parlamentares evangélicos, a bancada recuperou a capacidade de articulação no Congresso. Na pauta da primeira reunião, foi discutido o acompanhamento de projetos que tramitam no Congresso e contrariam princípios que a bancada defende.

Entre os alvos da bancada evangélica está o projeto que criminaliza a homofobia, já aprovado na Câmara e pendente de decisão no Senado. A proposta tem como relatora a senadora Marta Suplicy, que desarquivou o projeto. De acordo com o presidente da frente, deputado João Campos (PSDB-GO), o projeto tem que ser modificado porque fere a liberdade de expressão. Segundo o parlamentar, não é possível aceitar que os pastores e evangélicos não possam dizer que homossexualismo é pecado, porque esse é um dos princípios que defendem e está na Bíblia.

Jean Wyllys tem conversado com colegas de plenário para tentar reativar a frente mista em defesa da cidadania, além do apoio à PEC do casamento civil entre homossexuais.

– Não quero os integrantes da bancada evangélica como meus inimigos. Quando há um conflito de ideias, temos opositores, e uma parte vence a outra com argumentos – disse o parlamentar.

A adesão à frente vem crescendo, e mais de 70 parlamentares já assinaram o documento para a sua criação. O maior problema será o apoio à PEC do casamento civil. Evangélica, a deputada Benedita da Silva (PT-RJ) foi procurada por Wyllys, mas preferiu não assinar.

A senadora Marta Suplicy, que desarquivou a proposta legalizando a união estável, admite que a iniciativa do casamento civil, sugerida por Wyllys, é mais ampla:

– Decidi desarquivar o projeto de união estável. Acho que tem mais possibilidade no Senado, não é PEC. Mas é importante caminharmos juntos. Se passar o casamento civil, a união cai. O casamento é o objetivo dos homossexuais. A iniciativa do Jean é ousada e corajosa, provoca a discussão necessária.

Fonte: Globo


>Cory Monteith, o Finn da série Glee, aparece pelado em filme

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Antes da fama na série adolescente “Glee”, Cory Monteith, que interpreta o protagonista Finn no seriado, fez cenas de nudez no filme “Bloody Mary”. O longa é de 2006.